quinta-feira, 13 de abril de 2017

Carta Aberta dos Bispos da IEAB sobre a Reforma da Previdência e Reforma Trabalhista

Como Câmara Episcopal da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, manifestamos, por meio desta nossa preocupação através deste posicionamento profético e pastoral diante do Projeto de Reforma da Previdência (PEC 287/2016), Projeto de Reforma Trabalhista, e a recentemente aprovada Lei da Terceirização, questionada pelo Ministério Público no Supremo Tribunal Federal.

A Reforma da Previdência
O Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC) enviou para todas as igrejas membro um estudo feito pela ANIFP (Associação Nacional de Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil) e pelo DIESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), sob o título “Previdência: reformar para excluir?”. Neste estudo fica amplamente demonstrado que:
  1. A política de “austeridade econômica” que promove “o corte nos gastos públicos, sem poupar as políticas sociais e os investimentos, acompanhado por aumento das taxas de juros e por restrição severa do crédito, contribuiu para (…) uma depressão econômica”, com diminuição de contribuições para a Previdência Social.
  2. Que a ANFIP demonstra que “a Seguridade Social é superavitária mesmo com a crescente subtração das suas receitas pela incidência da Desvinculação das Receitas da União (DRU)(…) com as desonerações tributárias concedidas pela área econômica do governo sobre as suas principais fontes de financiamento”.
  3. Que aposentadoria por idade, 60 anos para a mulher e 65 anos para o homem, já está estabelecida no artigo 201 da Constituição de 1988, é que “atualmente 53% das aposentadorias são por idade, contra 29% por tempo de contribuição e 18% por invalidez”.
  4. Em caso da invalidez, o projeto exige “incapacidade permanente”, com 51% da remuneração mais um porcentual por ano contribuído, o que, além de deixar estas pessoas necessitadas em situação precária não ampara as vítimas de acidentes de trabalho ou a chamadas “doenças profissionais”.
  5. A não consideração de uma série de desigualdades como: entre homens e mulheres (sendo que as mulheres têm maiores dificuldades para encontrar emprego, com menor remuneração e, geralmente, dupla jornada); entre o meio rural e urbano (sendo que o benefício previdenciário tem permitido às pessoas a permanência no meio rural e tem apoiado o desenvolvimento a 88% dos municípios do país, com menos de 50 mil habitantes) e entre expectativa de vida e saúde (considerando as diferenças regionais, e as atividades laborais), entre outras.
  6. O fim da vinculação do piso da aposentadoria ao salário mínimo condenará à miséria a 28,3 milhões de pessoas que recebem benefícios diretos e suas famílias, além de mais 40 milhões de pessoas amparadas pelo seguro desemprego e outros benefícios.

O impacto de uma reforma desta índole para a Previdência Social do Brasil é desumano, cruel e devastador, com conseqüências que levarão para a miséria extrema a milhões de pessoas, e forçarão outros tantos milhões a trabalharem até sua morte, desamparando suas famílias. O Brasil que já destaca pela injusta distribuição da riqueza entre pessoas ricas e pobres verá aumentada esta desigualdade.
Reforma Trabalhista e flexibilização da negociação coletiva e terceirização
O mesmo estudo, antes mencionado, afirma que “liberação da terceirização, inclusive com a possibilidade de ‘terceirização em cadeia’ e intensificação da rotatividade, e a prevalência do negociado sobre o legislado apontam no sentido contrário, de enfraquecimento da remuneração do trabalho e de expansão das formas informais e ilegais de contratação”.
Quando a terceirização é aplicada a educação, saúde e segurança, servirá como caminho de evasão de responsabilidades públicas sobre estes setores, e o progressivo desamparo da população.
Por que nos manifestar
O Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, declara bem-aventuradas, as pessoas que tem “fome e sede de justiça” por que é elas serão fartas! (Mateus 5.9), e a Carta de Tiago nos lembra “Ora, o fruto da justiça semeia-se na paz, para os que exercitam a paz.” (3.18). Portanto, não podemos nos omitir diante desta tragédia humanitária que estas reformas promovem. Trata-se, pela sua simples proposição em um desrespeito e uma violenta ameaça para este país. Sinal de governantes ilegítimos que, não conseguindo defender esta agenda em um processo democrático com participação popular ampla, o fazem usurpando os poderes que pertencem ao conjunto de cidadãs e cidadãos do Brasil.
Cremos que, pela união das forças de todas as pessoas de boa vontade, este haverá reversão deste quadro. Conclamando assim à mobilização em favor dos direitos das pessoas trabalhadoras, da melhor condições de trabalho e do amparo justo especialmente para mais pobres e vulneráveis de nossa sociedade. Como poderemos ter paz, se promovemos a injustiça, a morte e a exclusão?

Rio de Janeiro, 05 de abril de 2017.

Dom Francisco de Assis da Silva, Bispo Primaz e Diocesano da Sul Ocidental
Dom Naudal Gomes, Bispo da Diocese Anglicana de Curitiba
Dom Filadelfo Oliveira, Bispo da Diocese Anglicana do Rio de Janeiro
Dom Mauricio Andrade, Bispo da Diocese Anglicana de Brasilia
Dom Saulo Barros, Bispo da Diocese Anglicana da Amazônia
Dom Renato Raatz, Bispo da Diocese Anglicana de Pelotas
Dom Flavio Irala, Bispo da Diocese Anglicana de São Paulo
Dom Humberto Maiztegui, Bispo da Diocese Meridional
Dom João Peixoto, Bispo da Diocese Anglicana do Recife
Dom Eduardo Grillo, Bispo Coadjuntor da Diocese Anglicana do Rio de Janeiro
Dom Clóvis Rodrigues, Emérito
Dom Almir dos Santos, Emérito
Dom Celso Franco, Emérito

sexta-feira, 17 de março de 2017

História do Anglicanismo em dois novos livros

O Centro de Estudos Anglicanos tem feito um grande esforço para suprir a carência de obras sobre o anglicanismo em língua portuguesa. E com a publicação desta série de história do anglicanismo produzida pela Professora Vera Lucia Simões de Oliveira uma importante lacuna está sendo preenchida. Já estão impressos os dois primeiros livros: História do Anglicanismo na Inglaterra e História do Anglicanismo nos Estados Unidos da América.
O primeiro volume da série trata do surgimento do cristianismo nas ilhas britânicas, a hegemonia de uma igreja sobre a supervisão romana, a reforma inglesa do século XVI e o longo processo para o estabelecimento de uma igreja nacional, a expansão da Igreja da Inglaterra como braço ideológico do império inglês e como resultado da ação de algumas agências missionárias, o efeito da independência das colônias e o surgimento da Comunhão Anglicana. O capítulo final discute assuntos que estão em evidência no anglicanismo mundial, como a ética contextual, a identidade anglicana, a significância do Quadrilátero de Chicago-Lambeth, as instâncias de unidade da Comunhão, o papel da mulher, questões relacionadas à sexualidade.
O segundo volume é um convite a conhecer mais a história da Igreja Episcopal nos Estados Unidos. A autora conta-nos sobre o período de colonização dos Estados Unidos da América e o desenvolvimento da Igreja Anglicana sob o domínio inglês. Continuando, ela fala de maneira apaixonante sobre o surgimento da chamada Igreja Protestante dos Estados Unidos da América, já uma identidade independente e separada do colonizador, desde os dias da Independência até a atualidade. Precisamos estar muito atentos a esse período da história, porque é justamente essa nova definição de igreja autônoma pós-colonial que vai condicionar o conceito do anglicanismo na atualidade. No transcorrer de sua história a tradição estadunidense do Anglicanismo mudou o nome da igreja algumas vezes, cada uma delas representando uma nova ênfase teológica, uma nova maneira de reinterpretar sua tradição de fé. Desde o início deste século chama-se The Episcopal Church (TEC) – apenas Igreja Episcopal.

História do Anglicanismo nos EUA R$ 25,00.                  
História do Anglicanismo na Inglaterra R$ 30,00.

Os livros podem ser encomendados através do escritório Diocesano:
Av. Engº. Ludolfo Boehl, 278 - Teresópolis 
91720-150 . Porto Alegre - RS 
Fone/Fax: (51) 3318.6199 / 3318.6031

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Mensagem Episcopal de Natal

A imagem pode conter: 1 pessoa, texto
E o anjo lhes disse: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo (Lucas 2.10)



Queridas irmãs e irmãos em Cristo, 
e todas as pessoas de boa vontade, 
paz na terra, da parte do Senhor Jesus:

A sociedade brasileira está dividida em sua unidade. Dividida porque avalia de forma diferente os processos políticos e jurídicos que dominam o cenário nacional, e suas boas e más conseqüências para o povo brasileiro, em especial as pessoas mais vulneráveis socialmente e economicamente. Receitas de diminuição drástica do Estado, em todos os níveis, voltam à tona. Em princípio o discurso é de preservar aquilo que as pessoas que contribuem dão sem receber quase nada de volta. Promete-se de pé junto que políticas públicas como saúde e educação não serão afetadas, pelo contrário haverá mais recursos para isso. 
Neste Natal milhões de pessoas desempregadas estarão mais tristes. Profissionais que dedicaram toda sua vida ao serviço público perderão seus postos de trabalho. Pessoas das áreas da saúde e educação continuarão a receber menos que as que trabalham em bancos e financeiras. A classe política e o poder judiciário, principalmente, além de pessoas da cúpula do serviço público, continuarão recebendo acima do limite constitucional, além de outras regalias completamente incompatíveis com a crise que se anuncia. A violência no Estado do Rio Grande do Sul continua crescendo em níveis tão assustadores quanto insuportáveis, e diante dela vozes vingativas proclamam o assassinato de criminosos como solução, ou a redução da maioridade penal, em um sistema carcerário que só produz mais ódio e capacita para a morte. Quem fale em Direitos Humanos será mal visto ou mal vista, e quem fala e luta por reconhecer a diversidade recebe o rótulo de “imigo(a)” da família. Tem gente que usa até a liberdade democrática, tão duramente conquistada depois de anos de autoritarismo e tortura, para pedir a volta da ditadura militar. Enfim, vivemos uma noite bem escura! As luzes do combate a corrupção iluminam pouco, e o vento frio do medo nos castiga por todos os lados...
A imagem dos pastores de Belém, cuidando suas ovelhas, na noite fria, se aproxima, a meu ver, do que estamos passando. Foi ali, não nos palácios iluminados, que a Glória de Deus se manifestou anunciando uma “grande alegria para todos os povos”. A essa alegria eu me apego, em oração e esperança. Esta noite passará, o dia vai amanhecer e Nosso Senhor, desde sua fragilidade, nos iluminará. 
Que este Natal seja união para as famílias, para todas elas, em toda sua diversidade amorosa! 
Que este Natal seja - para quem vive no vazio da morte, o desanimo do desemprego e da injustiça vil, a dor da morte e da violência - um tempo para reafirmar a resistência do amor, e encontrar nossas manjedouras a partir de onde possamos retomar a caminhada, sabendo que nunca estaremos sós! 
Feliz e abençoado tempo de Natal, no amor de Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso servo

Dom Humberto Maiztegui Gonçalves

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Encontro de Ordens e Irmandades 2016

No sábado, dia 27 de agosto de 2016, na Catedral SS Trindade, Rua dos Andradas, Centro Histórico de Porto Alegre, aconteceu o Encontro de Ordens e Irmandades da Diocese Meridional.
O encontro teve como lema: "Tenho me esforçado, sempre, para anunciar o Evangelho” (Rm 15:20ª) e tratou o tema: “As cinco Marcas da Missão: caminho do Seguimento do Senhor Jesus Cristo!”, com a assessoria de Edson Costa, do CEBI. 




terça-feira, 23 de agosto de 2016

Tempo para a Criação - 1º de setembro a 4 de outubro

Tempo para a Criação 2016
Rezar e cuidar da criação
Pessoas cristãs de todo o mundo oram e cuidam da criação, juntas

Em 1989, a Igreja Ortodoxa proclamou o 1º de setembro como o Dia Mundial de Oração pela Criação, e, desde então, muitas outras igrejas cristãs se juntaram e o dia foi expandido para ser uma temporada, até 4 de outubro, na data da Festa de São Francisco de Assis.
O “Tempo para a Criação” tornou-se um evento ecumênico desenvolvido pelo Conselho Mundial de Igrejas, com o objetivo unir as igrejas num chamamento para observar e viver uma temporada de oração, reflexão sobre o cuidado e o uso justo dos dons da natureza que recebemos de Deus.
Mais recentemente, em 2015, após ter lançado a Carta Encíclica Laudato Si - Sobre o cuidado da casa comum, o Papa Francisco instituiu o 1º de setembro como o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação. Cada vez mais a iniciativa do Dia ou da Temporada da Criação ganha força para conclamar as pessoas cristãs de todo o mundo a orar e cuidar da criação, juntas. Assim testemunhamos nossa fé no cuidado da criação e, da forma mais original e sincera, podemos louvar e bendizer o nome de Deus criador e defensor da vida.
O arcebispo de Cantuária, Justin Welby pediu aos anglicanos para se juntar aos cristãos em todo o mundo e tomar parte nesta campanha:
"O resultado da mudança climática não é potencialmente ruim, é potencialmente fatal, para os países e regiões do mundomais frágeis, e para os bilhões de pessoas que vivem nelas."
E o que pode ser feito durante o Tempo para a Criação?
Orar para que o Espírito Santo nos oriente nas palavras e ações em defesa da vida;
Montar equipe de planejamento de diaconia e cuidado da vida;
Procurar membros e lideranças de outras denominações cristãs em nossas cidades para propor um culto ecumênico, seguido de outras ações em conjunto. Provocar o diálogo;
Propor, marcar eventos que chamem atenção para a campanha Tempo para a Criação. Existem meios de divulgação e tudo o que for realizado, por menor que seja, é importante divulgar para contagiar mais pessoas a se somar e acreditar que é preciso orar e cuidar da criação juntos.Podem ser realizados eventos fora da data de 1º de setembro.Cada evento pode ser registrado no site <http://seasonofcreation.org>. Todo e qualquer evento que for organizado, visando a campanha, é importante que sejam convidadas pessoas para falar, orar e facilitar o debate, certificando-se de ter uma diversidade de denominações representadas, se possível.Seria importante que todo evento da campanha culminasse com uma chamada para ações concretas de continuidade. Lembre-se que é preciso avaliar e celebrar as realizadas.
AGIR PELA CRIAÇÃO: Além de orar, há uma necessidade urgente de medidas para combater a crise ecológica.
Fonte: Cristãos oram e cuidam da criação, juntos. (http://seasonofcreation.org)

Tempo para a Criação - (1º de setembro a 4 de outubro)
III Semana Franciscana da Diocese Meridional - (04 a 11 de outubro de 2016)

Retiro e Caminhada Ecológica – Caminhando com Clara e Francisco
Data: 08 de outubro de 2016
Local: municípios de Stº. Antônio da Patrulha e Caraá(entre Evaristo e Quebrada, próximo da nascente do Rio do Sinos)
Comunidades: Paróquia São Mateus, Ponto Missionário Emanuel e Missão do Advento.
Tema: Rezar e cuidar da criação, JUNTOS.

Movimento Francisclariano e TSSF - Diocese Meridional - IEAB

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Projeto "Valorização da Mulher Indígena Através do Artesanato" recebe visita do SADD

Na sexta-feira, dia 22 de julho, o Projeto "Valorização da Mulher Indígena Através do Artesanato", recebeu a a visita da representante do Serviço Anglicano de Diaconia e Desenvolvimento (SADD), Sra. Odete Líber, que esteve com membros da Pastoral Indigenista Anglicana (PIA) da Diocese Meridional na aldeia da Estiva em Viamão. 
Com a equipe da PIA, o bispo diocesano, Dom Humberto apresentou para Odete a Aldeia (Tekoa) Guarani explicando que "Atualmente temos uma aldeia (tekoa) Guarani e duas paróquias envolvidas no projeto, mas já está em andamento o plano de ampliar para, pelo menos, 5 tekoa e 6 paróquias da Diocese".
Atualmente o projeto "Valorização da Mulher Indígena Através do Artesanato" está sendo desenvolvido pela Paróquia da Ascensão e Catedral da Santíssima Trindade. Com recursos do SADD, a PIA adquire artesanato e repassa para as paróquias revenderem e com o recurso que entra novamente é feito uma compra de artesanato e continua a exposição e venda pela paróquia. Desta forma as mulheres indígenas conseguem vender seu artesanato com mais facilidade. O Projeto teve início no dia 11 de outubro na Paróquia da Ascensão, depois passou para a Catedral e agora a PIA pretende ampliar para mais 4 paróquias. Tendo mais paróquias envolvidas, será possível ampliar o número de aldeias atendidas pelo projeto.

Contatos para participação e informações, pode ser através do Escritório Diocesano:
Av. Engº. Ludolfo Boehl, 278 . Teresópolis
91720-150 . Porto Alegre - RS
Fone/Fax: (51) 3318.6199/3318.6031
e-mail: dm@ieab.org.br

terça-feira, 26 de julho de 2016

Diocese realiza II Conferência de Padronização Financeira e Administrativa


Dando prosseguimento ao seu processo de reorganização administrativa e sustentabilidade, a Diocese Meridional realizou a II CONFA (Conferência de Padronização Financeira e Administrativa) no sábado, dia 23 de Julho, no salão da Paróquia da Redentor, Av. José do Patrocínio. A conferência foi coordenada pelo Bispo Diocesano, Dom Humberto Maizregui e Grupo Gestor e contou com a participação reitores (as), párocos (as), ministros (as) encarregados (as), tesoureiros (as) e guardiões e guardiãs das comunidades.
Na convocação que enviou para as comunidades, o bispo Humberto afirma que "Há grandes desafios a enfrentar! Mas, cada vez que, com ousadia, nos dispomos a fazer coisas que parecem impossíveis é que Deus se mostra forte em nós!"
O principal assunto foi a avaliação da primeira "Ação entre Amigos" realizada pela Diocese em parceria com as paróquias. E, ao avaliar a "Ação entre Amigos", a maioria das paróquias e missões demonstrou satisfação por seu resultado. Para muitas comunidades, este evento equivaleu uma ou mais promoções que, costumeiramente, realizam. Também foi relatado que a "Ação entre Amigos" movimentou as comunidades, dando visibilidade ao trabalho da Igreja. O sorteio de um  carro pela Loteria Federal no dia 25 de junho de 2016, tendo como vencedor o jovem Esteven Kersting de Farias e o bilhete premiado (com número 25635) foi vendido através do Lar Alice de Viamão.
A II CONFA também tratou de outros assuntos e informes, como a entrega de alvarás de PPCI. Todas as sugestões levantadas serão encaminhadas ao Conselho Diocesano, ao qual compete tomar as decisões.